sexta-feira, 8 de abril de 2011

Pietro Casa do Chope completa seis anos de existência


O Pietro Casa do Chope completou seis anos de existência. O sucesso do empreendimento só foi possível graças à dedicação, ao trabalho e à competência do empresário e turismólogo Ricardo Mucciaroni. 

Com uma trajetória de vida ligada à gastronomia, Mucciaroni conta que a ideia inicial era montar um bar para o encontro da família, dos amigos, dos namorados, servir o que existe de melhor da gastronomia, não só os pratos mais sofisticados, como também a conhecida 'baixa gastronomia' dos botequins, como por exemplo porção de moela, linguiça. 

“Nossa intenção ao montar esse lugar era atingir um público bastante diversificado. Hoje nós temos desde uma batata frita a um sofisticado prato de bacalhau, temos caldos, saladas, pizzas, pratos executivos, sanduíches. Nosso cardápio é bastante diversificado, com certeza vale a pena saborear”, comenta.

Além do ambiente agradável e aconchegante, o Pietro Casa do Chope está localizado numa área muito privilegiada, em pleno centro de Poços, na esquina da praça dos Macacos, local que abriga também outros bares e restaurantes e se tornou um dos points mais badalados de Poços. Como presidente da Associação Poços-caldense de Bares, Restaurantes, Lanchonetes e Similares (Abre), Mucciaroni diz que graças aos investimentos constantes no setor a cidade oferece hoje uma das melhores noites da região e uma gastronomia que agrada a todos os paladares.

“Temos que destacar a qualidade dos bares e restaurantes de Poços, a cidade oferece o que existe de melhor no ramo, os empresários estão investindo e se adequando a essa nova realidade. Temos opções para todos os gostos”, coloca.

Na área de bebidas, o Pietro também se destaca pela diversidade. Além das melhores marcas de cerveja da Ambev e do delicioso chope Brahma, o local oferece também uma grande variedade de bebidas de dose e agora uma das maiores especialidades da casa, a linha de vinhos.

Casa oferece hoje um carta de vinhos com cerca de 110 rótulos
“Tenho me dedicado muito a essa área de vinhos, estou fazendo um curso de sommelier, através da Associação Brasileira de Sommelier, com dois anos de duração. Já fiz um curso de degustação básica e avançada, foi onde descobri uma paixão pessoal. Hoje já oferecemos a maior carta de vinhos de Poços e da região, são cerca de 110 rótulos diferentes, armazenados numa adega climatizada com capacidade para até 800 garrafas. Posso dizer que esse é nosso grande diferencial”, descreve.

Mucciaroni revela que o sucesso desse empreendimento também se deve à história da sua família, sempre ligada à área de gastronomia. Seu pai José Mucciaroni e a mãe Cleide iniciaram o trabalho nesse ramo na década de 60, depois de passar por cidades como Guarujá-SP, onde foi despertado o gosto pela cozinha. O pai, que também foi mestre de obras, acabou indo para o Rio de Janeiro trabalhar no Exército e foi lá que começou a elaborar os primeiros pratos que eram degustados pelos oficiais na época da ditadura militar.

Peitro Casa do Chope completou seis anos de existência em janeiro deste ano
De volta a Minas Gerais, a família veio para Poços e em seguida para Botelhos, terra natal. Foi na cidade vizinha que nasceu o primeiro restaurante, que durou quatro anos.

“Em Poços meu pai e um amigo conhecido como Zezão montaram uma pizzaria na rua Rio de Janeiro, que se chamava Lanchonete e Pizzaria Copacabana, mas durou pouco tempo. Em seguida, eles abriram um novo empreendimento, a Toca do Leão, na rua Pernambuco, próximo ao Fórum. Depois de algum tempo o empreendimento foi transferido para a rua Francisco Salles, onde ficou por cerca de 5 anos e foi assim que a pizza Mucciaroni ganhou reconhecimento. O lugar se tornou pequeno e a família inaugurou o Frango Frito, próximo da igreja de São Benedito, que, além da famosa pizza, também se destacou pela culinária diversificada. Foram 15 anos neste local”, destaca.

Vivenciando esse mundo da gastronomia, o empresário disse que apesar de ter começado a trilhar a área de administração de empresas, e também ter cursado a faculdade de Turismo, o setor de bares e restaurantes sempre fez parte da sua vida e foi nesse intuito que nasceu o Pietro Casa do Chope.

“Aprendi com meu pai e com toda a minha família não só o gosto pela gastronomia, mas que o sucesso de qualquer empreendimento e a realização pessoal só são possíveis com muito trabalho, honestidade, humildade e persistência”, conclui.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Sesc: há mais de 50 anos contribuindo para o desenvolvimento de Poços


Sesc promove atividades nas áreas de educação, saúde, cultura, lazer e assistência (SESC)
Nesta edição, o Jornal do Centro dá início a uma série de reportagens sobre as entidades do Sistema S que atuam em Poços de Caldas. Entre elas, o Serviço Social do Comércio (Sesc), que atua na cidade há mais de 50 anos.

Atualmente, Minas Gerais conta com 44 unidades fixas e 16 unidades volantes do Sesc. O objetivo é desenvolver ações que reflitam na melhoria da qualidade de vida e no bem-estar social do trabalhador no comércio de bens e serviços e à comunidade em geral, por meio de atividades nas áreas de educação, saúde, cultura, lazer e assistência.

Quem conta melhor esta história é Durce Helena de Gouvêa, diretora do Sesc. Ela está à frente da direção há 22 anos, motivo pelo qual foi congratulada com o título de cidadania poços-caldense oferecido pela Câmara Municipal, além de ser destaque na comunidade pelo prêmio Maiores e Melhores. 

Segundo ela, o Sesc de Poços hoje conta com uma pousada constituída por 121 apartamentos e 430 leitos. Atende prioritariamente o comerciário, mas oferece seu espaço a todos os interessados. Há ainda restaurante, trabalho de recreação e interação com hóspedes. No Carnaval deste ano, o Sesc foi representado por um grupo intitulado ‘Sesc Mostra Minas’, que desfilou na avenida pouco antes das escolas de samba do grupo especial.

Há também uma escola que funciona pelo sistema de comodato, atendendo crianças do material ao quinto ano. Durce ressalta que este trabalho na área da educação é desenvolvido pelo Sesc há mais de 50 anos, desde quando foi criado em 1959. 


Segundo ela, ao todo são contabilizadas de 3.200 a 3.500 matrículas por ano. No entanto, nem todos os serviços oferecidos pelo Sesc exigem que o usuário seja matriculado, como cursos ou atividades rápidas, a exemplo de apresentações musicais, teatro, palestras ou treinamentos.

Para o uso das piscinas, academia ou realização de alguns cursos, é preciso ser matriculado e pagar uma mensalidade para as atividades escolhidas. Durce ressalta que os valores são irrisórios.  

Outra preocupação do Sesc é com o público da terceira idade e a cartela de atividades oferecidas a eles é grande. Há coral, dança, vôlei adaptado, hidroginástica, oficinas, além do incentivo ao turismo social, com as viagens em grupos e interação com outras unidades do Sesc.

Poços de Caldas é a 4ª unidade do Sesc no Estado. Isso graças a Ieda Tarquínio Bertozzi, responsável pela vinda da instituição para a cidade. A princípio, funcionava em uma casa na rua Rio de Janeiro. Depois, a sede foi transferida para a rua Minas Gerais, onde permaneceu até 1979. Em seguida, adquiriu sede própria, onde permanece até hoje.

Apesar de Sesc e Senac serem criados para atender ao comerciário, ambos trabalham em contato direto com a comunidade. No Sesc, quando o assunto é saúde, a prevenção é o carro chefe. A entidade comumente apóia e incentiva eventos, além de participar de cada um deles com material de orientação e ter seus profissionais envolvidos. Outra novidade é que, através de uma parceria com a prefeitura, agora o Sesc oferece auxílio odontológico gratuito à população.  

Serviço
O Sesc Poços está localizado na rua João Inácio Dalmont, nº 65, no bairro Funcionários. Mais informações pelo telefone 3722-1393.

terça-feira, 29 de março de 2011

Pedestres são penalizados com uso indevido das calçadas


Muitos motoristas reclamam que os pedestres preferem andar pela rua ao invés de utilizar a calçada. Mas, com certeza, alguns deles desconhecem os problemas enfrentados por quem caminha em Poços. Embora exista uma lei que determine o trânsito público, suas disposições estão limitadas apenas ao papel.
Na verdade, os pedestres disputam as calçadas com materiais de construção, árvores, lixeiras, buracos, tapumes e, até mesmo, com veículos estacionados e mesas de bar. Na falta de fiscalização, caminhar pela rua acaba sendo a única solução.
De acordo com a Lei nº 2.513/77, que determina o trânsito público, é proibido embargar, impedir, reduzir ou dificultar, por qualquer meio, o livre trânsito de pedestres ou veículos nas ruas, praças, passeios, estradas e caminhos públicos. Mas, como a legislação não se faz presente o principal prejudicado é o pedestre, que tem que desviar, andar pela rua, escalar degraus e saltar. Às vezes até acontecem tombos devido à precariedade da grande parte das calçadas locais, sejam elas nos bairros ou na área central. 
A largura das calçadas varia de três a quatro metros. Isso depende do tamanho da via e do fluxo de pessoas e carros. Hoje, de acordo com a nova legislação, de agosto de 2000, a menor calçada permitida é de três metros, mas como poucos bairros foram aprovados a partir da mudança da lei, a maioria dos locais continua com as calçadas diferentes. Então, esta lei só vale, praticamente, para os bairros que têm os novos loteamentos. Antes desta última lei, a largura das calçadas variava de dois a quatro metros, dependendo da categoria da via.

Cadeiras
 Há cinco anos, foi aprovada uma lei municipal que determinava a respeito da colocação de faixas nas calçadas para delimitar os espaços a serem ocupados pelas mesas e cadeiras. Na gestão do então prefeito Sebastião Navarro a Lei 8248 foi revogada e foram estabelecidas modificações. Agora, a nova legislação proíbe a colocação de duas fileiras de mesas. A nova redação estabelece que cadeiras e mesas fiquem ao longo do meio-fio e deixe livre para o trânsito de pedestres um espaço não inferior a 50% do tamanho das calçadas menores ou iguais a dois metros. Mas os estabelecimentos comerciais situados na rua Assis Figueiredo, entre as ruas Rio Grande do Norte e Paraíba, não podem colocar as mesas e cadeiras nas calçadas.
Segundo o secretário de Serviços Públicos Marcos Tadeu Sala Sansão, 87 estabelecimentos têm autorização para utilizar as mesas e cadeiras na área central. O secretário explica que a fiscalização, se as normas vêm sendo cumpridas, só é feita quando existem denúncias.
“Temos um número reduzido de fiscais e por isso só agimos quando recebemos denúncia. O fiscal vai até o estabelecimento notifica, orienta e no caso de reincidência pode ocorrer até multas”, destaca.

Material de construção

Segundo o Código de Posturas, é proibido o depósito de qualquer material, inclusive de construção, de demolição ou de limpeza, nas vias e logradouros públicos em geral

Segundo o Código de Posturas, é proibido o depósito de qualquer material, inclusive de construção, de demolição ou de limpeza, nas vias e logradouros públicos em geral. Utilizar a calçada como “balcão” de exposição de mercadorias também não é permitido, mas algumas lojas continuam com os produtos do lado de fora do estabelecimento.  
O secretário explicou que por determinação do Ministério Público também está sendo feita um fiscalização nos estabelecimentos que possuem toldos e que podem dificultar o tráfego de pedestres.
“Todos os estabelecimentos estão sendo notificados e os proprietários orientados para promover as mudanças e até mesmo a retirada desses toldos”, comenta.

Buracos
 A cada nova chuva os buracos aumentam e são mais visíveis também nas calçadas locais. Com relação a esses problemas, cabe aos proprietários dos imóveis o conserto. Quando esses buracos são muito grandes a Secretaria de Serviços Públicos também pode agir notificando para que o dano seja reparado.
A construção da calçada é responsabilidade do proprietário, mas parece que cada um faz de acordo com o que acha melhor, sem se preocupar se o restante da população também a utilizará. Por isso, em muitos locais, é possível encontrar calçadas com degraus bastante acentuados.

Tapume

Tapumes devem ser provisórios e ocupar no máximo a metade do passeio. O restante do espaço deveria ser livre para o pedestre
 Com relação ao tapume, a lei determina que as obras, inclusive de demolição, quando feitas no alinhamento das ruas, devem ter o tapume provisório, que ocupe no máximo a metade do passeio e o restante do espaço deve ficar totalmente livre para os pedestres. Quando construídos em esquinas, a placa de identificação da rua, avenida, travessa ou praça deve ser afixada no tapume, de forma bem visível. Mas em alguns locais os tapumes não disputam lugar com os pedestres - estes já desistiram - mas sim com as árvores, lixeiras e orelhões.

Carros

Muitos motoristas se esquecem que estacionar sobre a calçada é infração gravíssima, passível de multa e perda de sete pontos na carteira

 Além de todos estes problemas apresentados, os pedestres também disputam lugar com os carros. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), estacionar sobre a calçada é infração gravíssima, passível de multa e perda de sete pontos na carteira. Muitos pontos comerciais utilizam o passeio como estacionamento. Além de não terem feito o recuo do meio-fio - deixando dois metros de largura livres para a calçada e o piso para estacionamento rebaixado ao nível da rua - eles colocam uma placa “estacionamento privado para clientes”. Mas como a via é pública, qualquer um pode parar desde que o local esteja adequado.
Serviço:
 As reclamações e denúncias pode ser feitas na Secretaria de Serviços Públicos pelo telefone (35) 3697-2075.


sábado, 26 de março de 2011

Hora do Planeta acontece hoje, às 20h30m


 Hora do Planeta 2011 
Apague a luz para ver um mundo melhor 

Mais de 1 bilhão de pessoas no mundo todo devem apagar as suas luzes, por sessenta minutos, no sábado 26 de Março de 2011, na maior mobilização mundial contra o aquecimento global. 


A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos. 

Em 2011, a Hora do Planeta será realizada no sábado, dia 26 de março, das 20h30 às 21h30. 

O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem o significado de chamar para uma reflexão sobre a questão ambiental e os desafios impostos pelo aquecimento global. 

Concebida no âmbito da Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, a Hora do Planeta é promovida no Brasil pelo WWF-Brasil, organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. 

Pelo terceiro ano consecutivo, o WWF-Brasil promove a Hora do Planeta no País. Por meio do site www.horadoplaneta.org.br, cidadãos, empresas e organizações brasileiras podem fazer seu cadastro e obter mais informações sobre o movimento. O WWF-Brasil também já está em contato com as principais capitais e cidades brasileiras para a realização da Hora do Planeta 2011. 

Plataforma 60+
A Hora do Planeta continua a ganhar força à medida que pessoas de todo o mundo assumem a responsabilidade de mostrar que é possível enfrentar a ameaça do aquecimento global por meio de ações coletivas. Para que o ideal da Hora do Planeta alcance todos os dias do ano, o WWF‐Brasil lança a “60+”, plataforma de mobilização para envolver pessoas em ações concretas que levem à mudança de hábitos cotidianos. 

Este ano, a campanha “60+” terá como tema a reciclagem. A idéia é esclarecer e influenciar os brasileiros sobre a importância da separação e reciclagem do lixo, envolvendo governos, empresas e cidadãos. 

Histórico
Em 2007, ao ser realizada pela primeira vez, a Hora do Planeta contou com a participação de 2,2 milhões de moradores de Sidney, na Austrália. 

Já em 2008 o movimento reuniu 50 milhões de pessoas, de 400 cidades em 35 países. Simultaneamente apagaram-se as luzes do Coliseu, em Roma, da ponte Golden Gate, em São Francisco e da Opera House, em Sidney, entre outros ícones mundiais. 

Em 2009, o WWF-Brasil realizou pela primeira vez a Hora do Planeta no País. A primeira edição brasileira da Hora do Planeta superou todas expectativas de adesão e visibilidade previstas anteriormente pelo WWF-Brasil: 113 cidades, sendo 13 capitais, 1.167 empresas, 527 organizações, 58 veículos de comunicação e milhares de pessoas registraram a sua participação no site oficial do movimento. Monumentos brasileiros como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, a Catedral de Brasília, a Ponte Estaiada e o Teatro Amazonas, entre muitos outros, permaneceram no escuro por uma hora, graças a articulação do WWF-Brasil com os governos locais. 

Em 2010, a Hora do Planeta reuniu mais de um bilhão de pessoas em 4200 cidades, em 125 países. Na noite do sábado 27 de março de 2010, todos os países do G20, assim como outras 105 nações, apagaram as suas luzes na Hora do Planeta. Monumentos como Cristo Redentor, Torre Eiffel, London Eye, Fontana de Trevi e Empire State foram alguns dos 1383 ícones que ficaram no escuro por 60 minutos. 

Sobre o WWF-Brasil
O WWF-Brasil é uma organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários. 

Sobre a Hora do Planeta
A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF sobre mudanças climáticas. No sábado, dia 26 de março de 2011, às 20h30, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global. Na primeira edição, realizada em 2007 na Austrália, 2 milhões de pessoas desligaram suas luzes. Em 2008, mais de 50 milhões de pessoas de todas as partes do mundo aderiram à ação. Em 2009, quando o WWF-Brasil realizou pela primeira vez a Hora do Planeta no Brasil, quase 1 bilhão de pessoas em todo o mundo apagaram suas luzes. Em 2010, o movimento atingiu 4.200 cidades em 125 países.